Uma simples homenagem a um dos poucos homens que conseguiu a imortalidade através do mundo do futebol. Eusébio Da Silva Ferreira. Pela diferença de gerações nunca o vi a jogar. O “maior astro” que consegui ver foi um puto chamado Leonel Messi, em início de carreira, na inauguração do Estádio do Dragão. Mas prestei mais atenção ao novo estádio, do que propriamente ao prodígio argentino! Todos temos gravado na memória a história do jogo, de 1966, contra a Coreia. Eh pá! Deixamos os “gajos” marcar três golos de avanço e depois levaram cinco! Que reviravolta histórica! E conhecendo os exageros do regime político, que terá acontecido aos jogadores coreanos!?
Estive num café, junto a um grupo de “mestres da batota” em jogos europeus, como a sueca e o belga, quando um deles reparou que um canal de televisão pública, como recordação nostálgica, vai voltar a transmitir o jogo. E então, com uma enorme dose de entusiasmo, gritou a plenos pulmões, ou aqueles que a avançada idade permite: «Eh! Pessoal, logo vai dar em directo o jogo de Portugal contra a Coreia…». O tempo não passa quando as recordações são fortes.
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